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sábado, 25 de dezembro de 2010

JESUS, ESSE GRANDE DESCONHECIDO


Em seu livro “Jesus, esse grande desconhecido”, Juan Arias faz um excelente trabalho jornalístico sobre a figura mais adorada da História, Jesus. Provavelmente a menos lembrada em época de Natal. Outras obras também fazem referência a essa FIGURAÇA que tem influenciado o ocidente por mais de vinte séculos.
O livro oficial do cristianismo, a Bíblia, no Novo Testamento narra a passagem do Cristo ( ungido ) e seus prodígios e suas boas novas. Crossan detalha as possibilidades histórias de Jesus na Terra, desde seu nascimento na minúscula vila de Nazaré aos seus últimos dias na Terra, com grande riqueza de detalhes históricos e pesquisas arqueológicas, literárias e antropológica. Antonio Piñero fala dos evangelhos apócrifos ou proibidos, onde se verifica textos de Flávio Josefo ( historiador judeu quase que contemporâneo de Jesus ) entr outros que narram a infância de Jesus na Palestina.
São obras de grande relevância entre as inúmeras sobre a o tema que desperta grandes questões existenciais:
Quem foi Jesus? Um estadista? Um guerreiro? Numa época em que era comum os movimentos apocalípticos messiânicos, Jesus só poderia ter sido bem diferente para ser o único lembrado.
Como era sua aparência? Se era feio, como poderia cativar crianças?
Era trabalhador? Tinha calos nas mãos? Era um menino peralta que detonava os outros somente para ressuscitá-los depois? Tinha a intenção de fundar uma nova religião ou somente tentou popularizar a já existente?
Além de inúmeras questões existenciais, o jovem judeu deixa-nos um vasto legado cultural.
Sem Jesus e sua Igreja, que música Bach teria composto? O que teria pintado Michelangelo, Rafael, Giotto, Zurbarán, Ticiano, Donatello, Velázquez?
As questões não cessam e isso é bom. Por vezes, a busca é o que nos proporciona crença e reforça a fé. Que o seu exemplo de ética e caridade viva.


Fonte: Jesus, esse grande desconhecido. Juan Arias. Ed. Objetiva.
O Jesus histórico. John Dominic Crossan. Imago
A Bíblia. Novo Testamento
O outro Jesus segundo os evangelhos apócrifos. Antonio Piñero. Ed. Mercuryo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mais um desenho a lápis


Este desenho representa o Russel Crowe, o gladiador.
Demorou cerca de 35 horas para ser produzido.
É o máximus dividí-lo com meus caros seguidores.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

CRIADOR


A gênese do mundo está associada a um criador pessoal na crença pessoal da maioria dos povos. Em muitos mitos, ele parece zoomorfo: corvo entre os esquimós, coiote entre algumas tribos indígenas, serpente na menalésia.
A frepresentação mais simples do criador na arte ocidental é a mão abençoadora de Deus, não a operativa. O símbolo próprio da criação é a palavra de Deus ( Verbum Domini ).
De acordo com Huberto Rohden, o ser humano pode ler tudo e ouvir tudo a respeito de Deus. Porém, de nada adiantará sem uma experiência direto com ELE.

Fonte: Dicionário de Simbologia de Manfred Lucker. Editora Martins Fontes
A essência das Religiões. Editora Martin Claret

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

A Baleia valenciana deseja a todos um ótimo natal, ano novo, carnaval, ano inteiro... não sei o que mais...

PARA QUE PLANTAR JARDINS??


“Grandes e pequenos se dão as mãos e brincam de roda, empinam papagaios, dançam... e choram seus mortos, e choram a si mesmos em seus mortos, e constroem altares, e falam sobre a suprema conquista do corpo, o triunfo final sobre a natureza, a imortalidade da alma, a ressurreição da carne...”
Trecho do livro O QUE É RELIGIÃO, de Rubem Alves.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

E você? Acredita que Deus é grande???


Em seu ótimo LIVRO DAS RELIGIÕES, Jostein Gardeen defende que o ser humano não necessita somente de comida, mas precisa também descobrir por que estamos vivos.
As chamadas questões existenciais dizem muito a respeito de nossa existência. Quem sou eu? Como foi que o mundo começou a existir? Deus existe? São essas as questões existenciais.
Muitas questões existenciais são bastante gerais e surgem em todas as culturas. Elas formam as bases de todas as religiões. Não existe nenhuma raça ou tribo de que haja registro que não tenha tido algum tipo de religião.

Fonte: O livro das religiões. Josten Gardeen. Companhia de bolso. 6 reimpressão. 2010.